Paraná

Governo entrega cestas básicas a famílias de pessoas com deficiência

Governo distribui 20 mil cestas básicas às famílias de pessoas com deficiência em vulnerabilidade social no Paraná. (Foto: SEJUF)

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, iniciou nesta semana, na região Centro-Sul do e nos Campos Gerais, a distribuição de 20 mil cestas básicas para prover a segurança alimentar emergencial a famílias de pessoas com deficiência que se encontram em vulnerabilidade social. 

Para essas famílias, a entrega das cestas está sendo feita nas Apaes pelas equipes das Escolas Especializadas, em conjunto com a Defesa Civil e com acompanhamento de representantes dos Escritórios Regionais e do Departamento de Políticas para Pessoas com Deficiência da Secretaria.

“As cestas estão sendo entregues como prioridade a essa população que vive em situação de grande vulnerabilidade. É nosso dever dar oportunidades de inclusão e cidadania para todos”, disse o secretário Mauro Rockenbach.

O chefe do Departamento de Políticas para Pessoas com Deficiência  da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, Felipe Braga Côrtes, explicou que o encaminhamento das cestas básicas para as instituições especializadas está sendo realizado utilizando como critério o estudo feito pelo Departamento de Políticas da Pessoa com Deficiência. “O estudo considera o Índice de Desenvolvimento Humano - IDH dos municípios, índice de propagação da Covid-19 em cada cidade, capacidade de atendimento das instituições especializadas e equipamentos municipais que disponibilizam os benefícios eventuais”, disse Côrtes.

RECURSO

O recurso é originário do Fundo da Infância e Adolescência (FIA) e o repasse deliberado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente – Cedca.  “O repasse de recursos para o atendimento emergencial de crianças e adolescentes e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade está em conformidade com o Decreto Estadual 4230/2020, que estabelece situação de emergência pela pandemia do Covid-19”, explicou a presidente do Cedca, Ângela Mendonça.